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Mais do que ocupar espaços, é necessário ampliá-los, fortalecê-los e criar oportunidades para que cada vez mais mulheres e meninas possam construir suas trajetórias na ciência. O Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência reforça a importância de valorizar histórias que inspiram e impulsionam novas gerações, como a da professora Amanda Xavier.
Docente do Programa de Engenharia de Produção da COPPE, Amanda também atua como Diretora Superintendente da Coppetec, coordenando diversos projetos acadêmicos e institucionais. Administradora de formação, construiu sua trajetória acadêmica com mestrado, doutorado e pós-doutorado em Engenharia de Produção, consolidando uma carreira marcada pela liderança, inovação e compromisso com o fortalecimento da ciência e da gestão.
Ao longo de sua atuação, tem contribuído de forma significativa para a articulação entre universidade, pesquisa aplicada e desenvolvimento institucional, ampliando o impacto da produção científica e tecnológica na sociedade.
Para as próximas gerações de mulheres e meninas, Amanda deixa uma reflexão potente sobre protagonismo e transformação:
“Precisamos parar de acreditar que basta ocupar espaços. Esses lugares não foram pensados para nós e, muitas vezes, chegar por mérito ainda não é suficiente.
É fundamental construir nossos próprios espaços e, sempre que possível, puxar outras mulheres conosco. Se não fizermos por nós, ninguém fará.”
Promover a equidade na ciência é investir no futuro. Ao reconhecer trajetórias como a de Amanda Xavier, reafirma-se o compromisso com a ampliação de oportunidades, a valorização da diversidade e a construção de ambientes acadêmicos mais justos e inclusivos para as próximas gerações.
Fonte: Coppetec
Onde muitos enxergam lixo, a engenharia vê matéria-prima, oportunidade e transformação. É a partir dessa lógica que nasce o projeto desenvolvido por Isaac Estevam, graduando em Engenharia Naval da UFRJ, no laboratório EDS Maker, vinculado ao Casulo do Programa de Engenharia de Produção da COPPE. Desde 2024.1, o estudante integra o espaço, que reúne experimentação, prototipagem e tecnologia social como ferramentas para enfrentar desafios reais da sociedade.
A ideia surgiu de uma pergunta simples, mas poderosa: como transformar uma garrafa PET descartada em algo útil, acessível e tecnicamente reaproveitável? A partir dessa inquietação, começaram os primeiros testes, protótipos e ajustes até que a solução ganhasse forma. Para o projeto, o PET deixa de ser apenas resíduo e passa a ser reconhecido como um dos polímeros mais abundantes e duráveis do planeta, cujo problema não está no material em si, mas na forma como é descartado e negligenciado.
A resposta veio com o desenvolvimento de uma filetadora de garrafas PET, uma solução simples, funcional e de baixo custo. O dispositivo foi pensado para ser montado sem o uso de ferramentas, apenas por encaixe, e tem como principal função transformar garrafas pós-consumo em filetes contínuos de plástico. Basta posicionar a garrafa na guia para que a lâmina realize um corte uniforme e constante, devolvendo ao material sua condição de matéria-prima.
A estrutura da filetadora é impressa em 3D, utilizando poucas peças metálicas, o que reduz custos e facilita a reprodução da tecnologia. O processo de impressão reforça áreas críticas do equipamento, garantindo maior resistência e durabilidade. O design ergonômico foi desenvolvido para tornar o uso seguro, confortável e intuitivo, ampliando o potencial de aplicação em diferentes contextos.
A partir dos filetes gerados, abre-se um universo de possibilidades: produção de filamentos para impressão 3D, objetos diversos, protótipos e soluções criativas que dependem apenas da imaginação de quem utiliza o material. Mais do que um produto final, a filetadora representa o primeiro passo para inserir o plástico em um novo ciclo de vida, alinhado aos princípios da economia circular.
O projeto demonstra como soluções aparentemente pequenas podem gerar impactos significativos. Ao transformar resíduos em insumos de alto valor, a iniciativa reduz o descarte inadequado de plástico, promove inovação acessível e coloca a ciência e a engenharia a serviço de um futuro mais sustentável. É a tecnologia que nasce do problema e se transforma em oportunidade, um futuro mais limpo, mais inteligente e mais nosso.
Fonte: Coppe UFRJ
Está em andamento o prazo para o preenchimento do formulário eletrônico do Censo da Pós-graduação stricto sensu, que ocorre de 03 de dezembro de 2025 até 26 de fevereiro de 2026. A participação de docentes e discentes é fundamental para garantir a representatividade e a qualidade das informações coletadas, que impactam diretamente o planejamento e o fortalecimento dos programas de pós-graduação no país.
O Censo da Pós-graduação stricto sensu é uma iniciativa anual da CAPES, instituída pela Portaria CAPES nº 99/2024 e regulamentada pela Instrução Normativa nº 4/2025. A coleta é declaratória e reúne informações sobre os programas de pós-graduação stricto sensu em funcionamento no Brasil. Todo o processo segue rigorosamente a Lei nº 13.709/2018 (Lei Geral de Proteção de Dados – LGPD), assegurando o uso ético e responsável das informações.
O levantamento tem como objetivo subsidiar a formulação de políticas públicas, com foco em ações afirmativas, inclusão e no aperfeiçoamento do Sistema Nacional de Pós-graduação (SNPG), em consonância com o Plano Nacional de Pós-graduação (PNPG). Os dados coletados são estratégicos para o desenvolvimento e a avaliação contínua da pós-graduação brasileira.
O censo é realizado por meio de formulário eletrônico individual e obrigatório, disponível na Plataforma Sucupira. Devem responder docentes permanentes e colaboradores, pós-graduandos de mestrado e doutorado, pesquisadores em estágio pós-doutoral e coordenadores de programas de pós-graduação que possuam vínculo ativo no sistema. Cada público recebe um formulário específico, composto por perguntas de múltipla escolha e orientações claras, com tempo médio de preenchimento estimado em cerca de sete minutos.
A CAPES também disponibiliza o Relatório de Governança dos Dados do Censo da Pós-graduação stricto sensu, reforçando a transparência do processo. A iniciativa conta ainda com a participação de representantes da CAPES, do Ministério da Educação, do Foprop, da RNP e do Inep, parceiro institucional na realização do censo.
A divulgação dos resultados está prevista para 16 de novembro de 2026, conforme o cronograma estabelecido pela Portaria nº 286/2025. Em caso de dúvidas, o suporte é realizado pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..
Clique AQUI para conferir o cronograma completo e mais informações sobre o Censo da Pós-graduação stricto sensu.
Fonte: CAPES
O Programa de Engenharia de Produção divulga o Calendário Acadêmico de 2026, que reúne as principais datas e prazos que orientarão as atividades acadêmicas ao longo do ano. O documento contempla o início e o término dos períodos letivos, prazos para matrícula, trancamento de disciplinas, períodos de avaliação, além de recessos e feriados acadêmicos.
Clique AQUI para conferir o calendário acadêmico!
O Programa de Engenharia de Produção (PEP) divulga a relação das disciplinas ofertadas no 4º período letivo de 2025, contemplando atividades acadêmicas voltadas à formação avançada, à pesquisa e ao aprofundamento técnico dos alunos do programa.
A grade do período reúne disciplinas obrigatórias e optativas que abordam temas estratégicos da Engenharia de Produção, alinhados às demandas atuais da pesquisa científica, da inovação e do desenvolvimento industrial, reforçando o compromisso do PEP com a excelência acadêmica e a formação de recursos humanos qualificados.
Confira as disciplinas do 4º período de 2025 disponíveis AQUI
Os discentes são orientados a consultar atentamente o documento para planejar sua matrícula e organização acadêmica no próximo período letivo.
Em caso de dúvidas, recomenda-se entrar em contato com a secretaria do Programa de Engenharia de Produção.